quinta-feira, 7 de abril de 2011

O sol

Era fim de tarde e o sol estava se pondo, o céu maravilhosamente revestido de cores inéditas tornava lentos os meus passos rumo a minha casa.Eu como de costume praticava a minha rotira,porém ela sempre se  modificava e recebia  constantimente um novo significado,pois sem perceber  alguém aparecia, e mudava a minha prática diária e me entregava o que eu não merecia.Todavia tudo aquilo me fazia crescer, e então aproveitava, aos poucos ia compreendendo todo o mistérioque me envolvia e me levava ao paraíso do meu interior, rapidamente fui me conhecendo e amadurecendo através do espelho que a sociedade me refletia.Entretanto ousei e não aceitei ser igual, aos poucos modifiquei meu jeito de me vestir, de olhar, de amar, etc...Eles ao perceber que estava indo contra o sistema se rebelaram e tentaram de todas as formas me embotar.Porém estava revestida do poder do SOBRENATURAL e corajosamente lutei para defender-me!Ao caminhar em direção a minha casa, aos passos lentos admirando  o sol, pensava de tudo...
Falava para mim mesma:
Foi sofrido, mas venci...

A batalha era espiritual, pois o que eles queriam era dissipar a minha alma...

Um comentário:

  1. Olá Amanda,

    Obrigado pelo comentário.

    Eu leio o blog do Flávio Guimarães e vi seu comentário num post. Eu tenho hábito de ler comentários de leitores e por vezes vejo alguns comentários interessantes, o que foi o seu caso falando sobre política.

    Você comentava sobre o nordeste e sobre discriminação. Como não tinha link, recorria ao Google e cai um endereço do twitter e ali um endereço, no qual cliquei e caí aqui...

    E vi que você é de Sergipe. Por coincidência, conheci Aracaju em 2010 e fiz amigos aí. Inclusive meu amigo sergipano Alberto Magalhães tem um blog o qual sigo http://tempodepalavrasepedras.blogspot.com/

    Obrigado pela visita e espero que tenha gostado...eu também sou leigo, mas um dia a gente aprende, né?
    Abraço!

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