Viver é um desafio constante e requer de nós maturidade, pois incrivelmente estamos “sozinhas” em meio à multidão...
É aprendido indiretamente na contemporaneidade viver a singularidade, pois somos nós verdadeiramente as vilãs da nossa própria história!
Como assim? Você poderia está se perguntando...
Somos seres insubstituíveis e nos perdemos facilmente nas perguntas... Aceitando a nossa “condição” nos fragilizamos e ficamos a mercê do perigo, deixando a nossa subjetividade ocultamente desconhecida por nós mesmas!
Quando Padre Fabio de Melo descreve na frase que somos seres incompletos e que necessitamos de reformas, logo me recordei do meu self
Pq?
Pois já passei por perdas incomparáveis e sei como é difícil perder quem amamos...
Certo dia eu estava muito trintonha e uma amiga que eu estimo muito escreveu para mim (tinha perdido mais um amigo prematuramente) e tive que interpretar o recado!
ELA dizia:
Achar um ponto de equilíbrio não é tarefa fácil,
dá trabalho porque acaba sendo um mero detalhe ...
Mas agrega valor se o sentimento aplicado for extremamente verdadeiro...
Eu respondi com autoridade:
Querida amiga,
Augusto Cury fala de maneira singular sobre o território da emoção;de como “nós” seres humanos somos tão fracos para lidarmos com as perdas e frustrações...apesar da minha pouca idade tenho adentrado em lugares distintos da minha alma.Tenho tentado adestrar a minha subjetividade humana, sabendo lidar de maneira evolutiva com o sofrimento e principalmente com o calvário do corpo e da alma... Com pouca experiência de vida, perdi de maneira inesperada uma amiga que tinha apenas 16 anos .Com ela aprendi bastante sobre o que é ressuscitar. Com a perda pude reconhecer o papel de CRISTO...E compreendi como é repleto de significados a sua morte e ressurreição...Sou uma leiga no mundo das palavras e peço desculpas se não cheguei ao cerne do que quero passar... Ontem a noite recebi a noticia da morte de um colega de classe...Um menino de 17 anos que morrera tão “cedo”.Todavia tenho aprendido constantemente com Padre Fabio de Melo: Temos que saber viver o luto... Sentir de maneira única essas perdas... Tenho vivenciado sentimentos “divinos” através da minha espécie... Necessito diariamente do meu próximo para não cair... Tenho tentado na minha pequenez elevar a minha voz,até mesmo no meu silêncio para dizer que JESUS é esse ser extraordinário que quebra essa lógica da morte do corpo e nos mostra como é ressuscitar no espírito...
a PAZ DE CRISTO
(Choro).
Devemos provar para nós mesmos e não para os outros, que ainda temos muito o que fazer. Que não estamos acabados, mas sim começando uma nova etapa em nossas vidas. (Fabio de Melo)...,
amei vc e demais
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