quinta-feira, 5 de abril de 2012

Lampião

Descrever a trajetória de lampião
Não é tarefa fácil para uma leiga de plantão
Que está iniciando na literatura de cordel
Contando a história De amor
Desse grande cangaceiro que fez história no sertão
Sendo conhecido muitas vezes como grande vilão
Mas que somente era rei, rei do cangaço o incrível lampião.

Virgolino Ferreira da Silva
Era seu nome original
Vivia no nordeste brasileiro
Onde um misto de riqueza e pobreza
 Era o cenário real
De uma história rica de mistérios e de pessoas sensacionais
Que indiretamente lutavam por um grande ideal

Seu bando era temido por todo o sertão
Mas o que eles realmente queriam
Era liberdade e compreensão
Sendo assim o surgimento do cangaço
Era a uma interrogação
A pobreza a falta de esperança
Era a aceitável justificação

Virgulino foi sem duvida
O mais importante cangaceiro
Seu nome e seus feitos eram
Comparados com os de grandes justiceiros
Que apareciam em filmes estrangeiros
Fazendo com que sua figura estivesse
Nos noticiários do país inteiro

Não podemos esquecer que Lampião era homem
E necessitava de uma mulher para cuidar de sua honra
Portanto se apaixonou por Maria bonita
Que realmente é o motivo desta minha rima
Quero contar em versos simples
A história de amor
Desse admirado cangaceiro com sua amada flor


Se Lampião e Maria foram mocinhos ou vilões?
Essa é a pergunta em questão
Só sei dizer que Maria Gomes de Oliveira
Foi à primeira mulher
A participar do bando de lampião
Sendo considerada como rainha
E respeitada lá no sertão.




Em um dia de sol brilhante
Maria e lampião decidiram Passear
Foram para a cidade de Pedrinhas
 E assim comemorar
Maria estava grávida
E disse com alegria
Que iria dá a luz a uma linda menina

Lampião sem palavras
Emocionado ficou e
Disse para sua amada
Presente como esse deve ter
Vindo do nosso Senhor
Que venha essa criança
Que será tratada com muito carinho e amor

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