Infalivelmente o Belo é revestido de uma escondedura indecifrável e continuamente capaz de fascinar e eternizasse como um mistério habilidoso, envolvente, que jeitosamente nos torna apaixonantes por uma beleza invisível que certamente atrai e surpreende ao revelar-se cuidadosamente. Essa percepção formidável é somente descortinada pela ótica da alma (que retirada à trava existente na visão consegue enxergar além do que os olhos podem vê). Há uma formosura ocultada que me motiva rotinamente a não desistir do mistério grandioso do Divino. Não consigo viver a inexplorada busca desse oculto que me fez visível e certeira ao debater sobre esse território tão necessitado de cuidados, mesmo porque me encontrei verdadeiramente na exploração Daquele que é oculto, não visto.Estou partindo para o lado fervoroso da verdadeira beleza existente em mim. Amar o que não está aparentemente exteriorizado, porém latente em meu âmago. Não consigo falar desse oculto sem deixar evidente a minha ousadia de tentar decifrá-Lo, ou melhor, de conseguir através dessa ousadia estabelecer um contato além das diversas teorias e suposições de como Ele é, ao ser idealizado. Não idealizo o que eu posso sentir (sentimentos não têm faces)... Neste sentido prefiro mesmo ser tocada e surpreendida ao saber que esse Escondido me torna vista por vivê-Lo, senti-Lo e não por idealizá-lo. Portanto reconheço como belo esse jogo envolvente entre o que se revela e o que é ousadamente ocultado. Sendo que o Oculto é o cerne dessas minhas buscas constantes da contemplação do Eterno...
terça-feira, 19 de junho de 2012
"O que reconheço belo?O que se revela ou o que se oculta?"
Infalivelmente o Belo é revestido de uma escondedura indecifrável e continuamente capaz de fascinar e eternizasse como um mistério habilidoso, envolvente, que jeitosamente nos torna apaixonantes por uma beleza invisível que certamente atrai e surpreende ao revelar-se cuidadosamente. Essa percepção formidável é somente descortinada pela ótica da alma (que retirada à trava existente na visão consegue enxergar além do que os olhos podem vê). Há uma formosura ocultada que me motiva rotinamente a não desistir do mistério grandioso do Divino. Não consigo viver a inexplorada busca desse oculto que me fez visível e certeira ao debater sobre esse território tão necessitado de cuidados, mesmo porque me encontrei verdadeiramente na exploração Daquele que é oculto, não visto.Estou partindo para o lado fervoroso da verdadeira beleza existente em mim. Amar o que não está aparentemente exteriorizado, porém latente em meu âmago. Não consigo falar desse oculto sem deixar evidente a minha ousadia de tentar decifrá-Lo, ou melhor, de conseguir através dessa ousadia estabelecer um contato além das diversas teorias e suposições de como Ele é, ao ser idealizado. Não idealizo o que eu posso sentir (sentimentos não têm faces)... Neste sentido prefiro mesmo ser tocada e surpreendida ao saber que esse Escondido me torna vista por vivê-Lo, senti-Lo e não por idealizá-lo. Portanto reconheço como belo esse jogo envolvente entre o que se revela e o que é ousadamente ocultado. Sendo que o Oculto é o cerne dessas minhas buscas constantes da contemplação do Eterno...
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