sábado, 20 de abril de 2013

O véu da Menina

E é na veracidade dos gestos,
E foi na certeza do acaso,
Que a alma despiu o véu da diversidade.

Foi então que o encontro foi velado
O oculto tornou-se contemplado
Pelo âmago que estimulou a unicidade do ego que foi aguçado.

A benevolência tornou-se rotineira,
Os questionamentos da multiplicidade
fez o coração pulsar brandura.

Ela, e sua reputação angelical,
Apresentou-se com esmero,
Tornando-se diamante com valor inumerável.

Revestiu-se de fulgor, alumiando a ignorância
Dos sábios que choram na ausência de ardor,
Sem saber que no vácuo pode haver completação de amor.

Sei, o amor, que multiplica-se na dor,
Do olhar que enxerga o véu que somente
A menina angelical com doçura meditou.

E essa menina?
É aquela que um dia tomou posse do é...
"Você"!

Um comentário:

  1. http://www.sistemadeensinofuturo.com.br/ensino-fundamental-2/

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