E é na veracidade dos gestos,
E foi na certeza do acaso,
Que a alma despiu o véu da diversidade.
Foi então que o encontro foi velado
O oculto tornou-se contemplado
Pelo âmago que estimulou a unicidade do ego que foi aguçado.
A benevolência tornou-se rotineira,
Os questionamentos da multiplicidade
fez o coração pulsar brandura.
Ela, e sua reputação angelical,
Apresentou-se com esmero,
Tornando-se diamante com valor inumerável.
Revestiu-se de fulgor, alumiando a ignorância
Dos sábios que choram na ausência de ardor,
Sem saber que no vácuo pode haver completação de amor.
Sei, o amor, que multiplica-se na dor,
Do olhar que enxerga o véu que somente
A menina angelical com doçura meditou.
E essa menina?
É aquela que um dia tomou posse do é...
"Você"!
E foi na certeza do acaso,
Que a alma despiu o véu da diversidade.
Foi então que o encontro foi velado
O oculto tornou-se contemplado
Pelo âmago que estimulou a unicidade do ego que foi aguçado.
A benevolência tornou-se rotineira,
Os questionamentos da multiplicidade
fez o coração pulsar brandura.
Ela, e sua reputação angelical,
Apresentou-se com esmero,
Tornando-se diamante com valor inumerável.
Revestiu-se de fulgor, alumiando a ignorância
Dos sábios que choram na ausência de ardor,
Sem saber que no vácuo pode haver completação de amor.
Sei, o amor, que multiplica-se na dor,
Do olhar que enxerga o véu que somente
A menina angelical com doçura meditou.
E essa menina?
É aquela que um dia tomou posse do é...
"Você"!
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